Ponto Nulo Ponto Nulo Ponto Nulo

Steve Jobs

Por: em 5 de outubro de 2011, categoria: Apple

Não podemos deixar de replicar a homenagem feita a Jobs no site da Apple, hoje, 05 de outubro de 2011, nós amantes da tecnologia sofremos com uma grande perda.

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Battlefield 3 – Sobre o beta e o que esperar da versão final

Por: em 5 de outubro de 2011, categoria: Consoles, Jogos, Xbox 360

Battlefield 3 é o jogo do ano. Pelo menos para mim e para alguns amigos que compõem o GOE (Grupo de Operações Especiais), um time de jogadores fãs da série Battlefield e que se reúnem com frequência para jogar no Xbox 360. Depois de muito tempo evoluindo nossos personagens no Bad Company 2, fomos apresentados ao projeto do Battlefield 3 e ficamos encantados, empolgados, ansiosos, roendo as unhas para jogar o novo jogo. Agora em setembro a nossa espera acabou: foi lançado o Battlefield 3 Open Beta e pudemos jogar e tirar as nossas conclusões a respeito do jogo. Este review tem como objetivo mostrar as conclusões, frustrações e perspectivas que ele nos deixou.

Box art de Battlefield 3 para PS3, PC e Xbox 360
Box art de Battlefield 3 para PS3, PC e Xbox 360

Dia 29 de setembro de 2011, uma quinta-feira. Assim que acordei, acreditem, minha primeira iniciativa foi ligar o Xbox para verificar se o Beta já estava presente. A princípio, nenhuma divulgação, mas vasculhando o Game Marketplace, descobri que ele estava lá, iniciei o download e fui trabalhar. No intervalo do almoço, comecei a jogatina. A princípio, a minha reação foi de frustração total, assim como as dos demais membros do GOE. Aquilo que aguardávamos tão ansiosamente veio muito problemático: texturas em baixa resolução, inúmeros bugs gráficos, som problemático, além de diversos outros detalhes que geraram insatisfação. O baque foi tão grande que muitos membros do GOE desistiram de jogar a Beta e aguardar a versão final. Alguns até cancelaram a pré-compra dos discos. Resolvi dar uma chance ao jogo e tentei jogar sem prestar muita atenção nos problemas e me concentrando nas coisas boas, afinal, é um beta e não a versão final.

Uma das primeiras mudanças em relação ao Bad Company 2 que podemos perceber é com relação ao recuo (recoil) das armas, que está muito maior. Isso pode, a princípio, desagradar muito, mas depois percebemos que na verdade isso é um ponto positivo do jogo. O fato é que as armas foram remodeladas para ficarem mais realistas em relação às originais. Por isso, algumas armas tem recuo muito maior que outras. A M16A4, por exemplo, tem um recuo enorme e tentar matar alguém a uma longa distância pode ser traumático devido ao fato de a mira não parar quieta e só acertarmos um tiro de raspão em vinte. Já a PP-2000, que no BC2 era uma arma do kit Engineer e agora é uma arma geral, tem um recuo baixíssimo e, com isso, uma precisão excelente. Lembro-me de ter lido um review de um militar americano no fórum do Battlelog falando sobre o realismo no jogo: "In my opinion recoil is about right for every weapon. I haven't shot all the weapons included in the beta, but at least for the ones I've used recoil is about right. Gotta remember that there is attachments to lower recoil. This helps to balance the game." (Em minha opinião o recuo está correto para todas as armas. Eu não atirei com todas as armas inclusas no beta, mas pelo menos para as que eu usei, o recuo está correto. É preciso lembrar que existem acessórios para diminuir o recuo. Isso ajuda a balancear o jogo.)

Tela de personalização de armas
Tela de personalização de armas

Essa questão dos acessórios é uma outra mudança que eu achei uma das mais interessantes. Além das personalizações que já tínhamos em BC2 – ou seja, a escolha do Kit, de uma arma principal, de uma arma secundária, de um gadget e duas especializações -, temos ainda a possibilidade de personalizar completamente as nossas armas, anexando a elas acessórios que nos permitem alterar o seu comportamento em diferentes aspectos. Por exemplo, temos acessórios que modificam a forma como empunhamos a arma e interferem na precisão e no recuo, como o Foregrip (uma espécie de empunhadura na frente da arma) e o Bipod (para apoiar a arma em superfícies horizontais); temos acessórios que interferem na munição e no dano da arma, como o Heavy Barrel, que aumenta o dano e o recuo, o Extended Mag, que aumenta o tamanho do pente; e o Underslug Rail, permite anexar acessórios de 40mm, como Grenade Launcher, Smoke Launcher e Shotgun; diversas miras diferentes, como Red Dot, Holographic, 3.4X, 4X, 6X, 7X, 8X, 12X, mira a laser e mira com visão noturna; e outros acessórios, como Suppressor (silenciador), flash suppressor (usado para não mostrar o fogo saindo da arma ao atirar) e a tactical light (uma lanterna que realmente cega os inimigos, se estiver posicionada de frente, mas acaba revelando a sua posição de outros ângulos). Enfim, as possibilidades de personalização de armas são inúmeras e eu nem listei muitas aqui.

Mira com visão noturna em uma UMP-45
Mira com visão noturna em uma UMP-45

Outra mudança em relação ao BC2 foram as classes, ou Kits. Digamos que as antigas classes Médico e Assault se misturaram, trocaram características e depois se separaram novamente. O que era o médico, com Medkit e desfibrilador, agora usa assault rifle e passou a se chamar Assault, já o Assault usa machine gun, fornece munição e passou a se chamar Support. Acho que no final das contas ficou boa a mudança e tornou o jogo mais realista. O Recon também tem suas diferenças: não existe mais motion sensor (pelo menos no beta), mas tem um gadget que achei muito legal! É o Mobile Spawnpoint. O sniper agora tem um dispositivo que ele coloca em um ponto do mapa e os membros do esquadrão podem fazer respawn nesse dispositivo. E agora os soldados podem se deitar, o que pode ser muito bom para snipers. Para balancear o jogo, caso o sniper fique muito tempo parado, ele pode ser denunciado pelo reflexo do sol na lente da sua mira. Voltando ao Assault, agora, quando somos revividos temos a opção de escolher se queremos ou não ser revividos. Quem aqui nunca ficou puto com aquele médico noob que te revive no meio do fogo cruzado só para você morrer 2 segundos depois? Todas as mudanças foram positivas aqui, ao meu ver.

O sistema de pontuação mudou muito para quem estava acostumado com Bad Company. Agora você recebe mais pontos. Tudo o que você faz é recompensado. Se você mata alguém, ganha 100 pontos, em vez de 50. Se você atira em uma pessoa mas não mata e um colega do mesmo time mata essa pessoa, você ganha pontos pela assistência, mas não são apenas 10, como no BC2, você ganha uma quantidade de pontos proporcional à quantidade de vida que você tirou do oponente. Se você ajuda um colega a armar uma MCOM atirando nos inimigos que estão tentando impedi-lo, você ganha suppression points, até mesmo se alguém faz respawn em seu soldado você ganha pontos. Mas nem tudo teve a pontuação aumentada. Explodir uma MCOM dá apenas 200 pontos. Uma medalha de ouro dá apenas 3000 pontos, além de não haver mais as medalhas de bronze e prata. De qualquer modo, acho que o sistema de pontuação vai passar por mudanças para deixar as coisas mais equilibradas, então acho que nem adianta muito discutir esses itens.

Para quem, como nós do GOE, possui um time de jogadores, o BF3 traz uma novidade muito interessante: são os Platoons (pelotões). Eles nada mais são que uma oficialização desses times, de forma que será possível registrar os pelotões, adicionar membros, fazer acompanhamentos de estatísticas, agendar jogos, etc. A partir do momento que um jogador entra em um pelotão, já aparece nas informações dele essa informação, algo que era feito meio que informalmente no BFBC2 através das clan tags. Mais um ponto positivo.

O mapa Operation Métro também foi uma boa surpresa. Muito bom, balanceado, com áreas bem abertas (o parque da primeira base), áreas fechadas (dentro do metrô, na segunda e terceira base), e mista (cidade, na quarta base). É um mapa médio, semelhante em termos de tamanho a Nelson Bay ou White Pass, mas com muitos caminhos possíveis para seguir. Muito bom, mas creio que o Caspian Border teria sido melhor se quisessem realmente impressionar o pessoal. E, infelizmente, no beta não há veículos para testar. Isso é algo que realmente faz falta para os fãs de Battlefield. Podemos ter um overview do Operation Métro no vídeo abaixo:

 

 

Bem, mas nem tudo são flores. Como falei, o impacto inicial foi de decepção, porque realmente o jogo tem muitos problemas. Em certos pontos, as texturas estavam tão ruins que fariam Counter Strike parecer cool. Jogadores caindo em buracos inexistentes e permanecendo lá, levitando no limbo, soldados voando ou cortados pela metade, granadas que demoram muito pra explodir e cuja explosão lembram um traque em festas juninas, efeitos sonoros que às vezes simplesmente desaparecem, soldado que para de correr do nada e nos obriga a parar e apertar novamente o botão LS para continuar correndo, indicadores de colisão ineficientes, fazendo com que muitas vezes não saibamos de onde veio um tiro ou mesmo que tenhamos dano mesmo atrás de uma cobertura sólida, dentre outras coisas. Com certeza algo que irrita qualquer jogador, por isso não tiro a razão de quem ficou chateado com esse beta.

Para tentar apaziguar os seus medos (e os meus), acabei indo atrás de informações da EA ou da DICE que viessem a explicar os motivos de tantos problemas. Não faz sentido eles lançarem um jogo com gráficos piores que o seu antecessor, o BFBC2. Simplesmente não faz. É dar um tiro no pé. Eles iriam ficar queimados pelo resto da vida se fizessem um "CoD killer", como eles mesmos chamam, mas que não conseguisse nem superar o próprio jogo (para mim CoD não chega nem aos pés de BFBC2, mas como o CoD é uma referência no mercado de FPS, então temos que citá-lo). Depois de muita procura, acabei descobrindo algumas informações importantes e que espero que renovem os ânimos daqueles que se decepcionaram com o beta. O fato é que a versão disponibilizada atualmente é um código antigo, com a destruição desativada e texturas em baixa resolução. Eles fizeram isso porque, segundo eles, o principal objetivo desse beta era o de testar o lado dos servidores de jogo, e não o jogo em si. Testes de carga, testes de matchmaking e balanceamento de times, coisas do gênero. Espero que seja verdade. Algumas informações adicionais podem ser encontradas em: http://blogs.battlefield.ea.com/battlefield_bad_company/archive/2011/10/03/battlefield-3-open-beta-update-2.aspx.

No fim das contas, acho que fiz uma escolha certa, pois, se desconsiderarmos os problemas (esperando que sejam todos resolvidos na versão final) e resolvermos aproveitar o beta para ver o que nos aguarda em um futuro próximo, o jogo está MUITO DIVERTIDO. Muito mesmo, acreditem. Já estou inclusive no nível 16! Sargento DRVPereira! :)

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Gears of Brick

Por: em 30 de setembro de 2011, categoria: Lego

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Open Beta de Battlefield 3 disponível na Xbox Live e PSN

Por: em 29 de setembro de 2011, categoria: Jogos

Já encontra-se disponível na Xbox Live e PSN o Open Beta de Battlefield 3, para download na Xbox Live clique aqui, na PSN use a PSN Store no PS3.

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